sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Kangoo jump e zumba

Estava disposta a correr e fazer kangoo jump. Só fiz a corrida. Vinte minutos. As pernas não aguentaram o planejado. Doíam, estavam pesadas. Só pulei um pouquinho igual canguru.

Quando saí no meio da aula, a professora me disse para não desistir, pois iria melhorar minha coordenação motora. Ela percebeu o quanto sou desengonçada.

Eu concordei e ainda disse que, além do kangoo, estava fazendo zumba, também excelente para melhorar minha noção espacial, coordenação e consciência corporal. 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Brilho diferente

Como já havia adiantado, passei o feriadão da Proclamação da República em um sítio no interior de Goiás. Muito bom!

Fomos eu, minha mãe, minha irmã e seus dois filhos (um na realidade é nosso primo) e seu esposo.

Antes de chegar ao destino, na cidade, nos juntamos a minha tia, um de seus filhos, três netos pequenos (nove, sete e dois anos), uma agregadinha (vizinha dela de seis anos) e os sogros dela.

Então, ao todo, foram quatorze pessoas: cinco crianças, um adolescente, dois idosos e seis adultos.

Levamos tanta comida, dava para alimentar um batalhão. Lá tudo foi feito em um fogão a lenha. A casa tinha energia elétrica.  Esse era o único luxo da modernidade. Nem pensar em  televisão, Internet e computador. 

O sítio fica na região do Rio São Marcos, no município de Cristalina-GO. Boa parte do lugar foi alagada em virtude da construção da Usina do Facão.  Os rios e nascentes virarão uma imensidão de água. É “interessante” ver árvores grandes e antigas encobertas. Olhando pela janela da casa, dá pra ver o aguaréu. Achei bonito (não falarei aqui sobre os impactos ambientais). Vi o antes e o depois. Minha irmã e seu marido foram indenizados por ter uma parte de suas terras alagadas.

Para chegar foram 186 km, sendo 35 de estrada de chão.

Pescar e banhar no rio foram as principais atividades. As crianças tavam que não se aguentavam de tanta felicidade. Toda hora queriam tomar banho! “Tia, me leva lá?!” O lugar é perigoso, muito fundo, mas dá pra ficar na beiradinha, com os olhos bem abertos e fixados nos baixinhos (que na realidade são altinhos).

Já a maioria dos adultos queria mesmo é pescar. Confesso que eles não pegaram muita coisa não. Mas nos três dias estavam lá, com suas histórias de pescadores.  

Eu não pesquei, mas um dia fiquei vendo minha mãe fazê-lo. Fui diversas vezes no rio e também li dois livros lá. Certamente se tivesse internet, não teria feito a proeza de ler dois em dois dias.

Levei meu tênis, para caso tivesse uma inspiração divina, fazer alguma atividade física. As únicas que fiz foram a “natação” e a começão.

A noite da roça é linda. A lua e as estrelas ficam com um brilho diferente, sem as luzes da cidade. Mas o bicho pega também. Os mosquitos eram um perrengue. Eu bem que podia ter levado meu ventilador.  

Dormir em colchão no chão eu gosto muito. Dá a real sensação de casa cheia, de gente e de alegria.

Esses dois dias e meio foram mágicos. Gostei demais. 

domingo, 17 de novembro de 2013

Temas para o resto do mês

Viajei para o interior de goiás. Alguns temas surgiram:
  • Como as crianças se divertem com facilidade;
  • Pais e a autoestima das crianças;
  • "Eu nunca fui jovem, já nasci velha";
  • Saudade;
  • Banheiro de luxo;
  • Leitura. 
Ah! Uma das coisas mais importantes do feriadão foi a passagem de um livro, que me tocou profundamente:

"Você anda pela rua, ou está numa festa,
Ou então está sozinho e se dá conta
De que olha nos olhos de alguém, e então percebe
Que isso pode ser o começo de algo importante". 


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Coisas simples

 A simplicidade é prazerosa. Ontem foi um dia excelente. Acordei radiante, na casa da minha mãe. Comprei pão, arrumei a casa, deixando-a muito cheirosinha.

Os afazeres domésticos não foram cansativos, muito pelo contrário: deu-me ânimo. Ao terminar, era lindo ver tudo limpinho e organizado. Fiquei orgulhosa de mim.

À noite, minha irmã perguntou se podia dar uma carona para ela, até a faculdade. Eu lhe disse que carona é quando a gente vai pro mesmo lugar, eu a levaria. Outra coisa boa: lá fomos eu, o filhotinho dela e meu primo.

Quando voltei, jantei uma comidinha simples e justa. A minha mãe já estava esperando. Eu estava ansiosa para ver a sua reação frente à faxina que dei. Ela ficou muito contente.

Tomei banho, sequei-me com uma toalha gostosa, limpinha e sequinha, e vesti uma roupa com as mesmas qualidades. Um deleite.  

Ontem meus gatilhos de felicidade eterna foram: pão com café, convívio com os meus, faxina, andar de carro pela cidade, jantar gostosinho, banho e roupa limpa.

Esses dias de folga estão sendo maravilhosos! 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Carência

Assumo! Sou carente. Isso me traz pensamentos insanos... Conhecer uma pessoa há pouco tempo e já se apaixonar não é normal.

Quanto tempo se leva para conhecer alguém realmente? Certamente não são/é três, dois ou um mês. Uma vida pode não ser suficiente.

Eu tenho sido vítima desse mal ultimamente, deixando-me assustadoramente disponível. O pior é que o carente se sente um presente para outro, mas é apenas um.

Já disse inúmeras vezes aqui que faz pouco tempo que terminei um relacionamento sério. Agora, entrei na busca frenética pela “alma gêmea”.  

A carência nos deixa muito Poliana. Um otimismo exacerbado! Mensagens ou whatsapp são gatilhos para felicidade eterna.  

domingo, 10 de novembro de 2013

Semana livre

Esta semana será de folga da academia, pois estou na casa da mamãe. Espero correr todos os dias, a partir de amanhã, na companhia do meu querido primo, que, aliás, é um corredor e tanto.

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Uma pessoa que admiro

Sabe essas mulheres que, aparentemente, não se importam com as opiniões maledicentes das pessoas? Tenho uma amiga assim: vive a vida, namora, briga, faz incessantes DRs, separa, namora de novo. Nunca tem medo de tentar.

Vez por outra tento dar conselhos. “Não se envolva com caras mais novos”, “faça menos DRs”, “seja menos exigente com os amigos” e etc. Mas, no fundo, tenho uma enorme admiração por seu coração destemido. Minhas sugestões são na tentativa de vê-la se decepcionar menos. Não tem jeito: as coisas podem até dar errado, mas certamente vai tentar de novo.

Dia desses estávamos conversando sobre os “foras” que levamos nas baladas. Ela não se contenta em ser um pacote na prateleira. Se está afim, chega junto. Muitas vezes dá certo, mas muitas vezes dá errado também. E ela me diz: “se não tentarmos, seremos sempre as escolhidas e jamais sentiremos o prazer de escolher”. E assim vai...


Um dia desses, senti-me muito mal. Por ela ter uma filha de 14 anos, disse-lhe que não era prudente namorar caras mais novos e que esse tipo de relacionamento não fazia bem. Insisti que homens mais novos, principalmente os que conhecemos nas baladas, só querem “pegar” e nada mais. A resposta: “eu vou tentar, independente da idade, se der certo tudo bem, mas se não der, vou sofrer e tudo bem também”. Eu confesso que fiquei com medo de parecer que eu estava tentando minar a sua autoestima. Não! 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Medalhas

Participei dos jogos internos do local onde trabalho. Fiz a corrida de 5 km. Ganhei duas medalhas: bronze e prata, geral e por faixa-etária. Fiquei muito contente!

E quem engana quem?

"No princípio era um verbo.
E havia as intenções.
E, por mais que tentássemos,
As intenções não eram corretamente interpretadas.

Aí desistimos do mundo não palpável
E resolvemos ir para o pragmático.
E assim surgimos do azul.
E do azul o sorriso.
E se tudo surgiu de um beijo?
E se todo o desenho, o nascer do sol e os sabores...
Surgiram assim da chuva?

Talvez nada surja de nada.
E no fim, surja apenas um...
Aquele que enganou a si."


(A.L.M)

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

ON THE ROCKS

Ontem fiz ginástica localizada. Nossa! Aumentei a minha carga, foi difícil e penoso. Acho que valeu muito a pena.

Quando ainda estava na academia, uma amiga me manda uma mensagem chamando para ir ao SchloB. A Banda On The Rocks é magnífica. A vocalista é fora de série!!!!!!

Confesso que hoje não estou muito bem. Como fui direto, sem descansar depois da academia, e ainda dormi pouco, estou esgotada. Mas foi top total ontem! Trabalho, academia e diversão!

E pra hoje ainda temos comemoração de niver...

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Ah coração se apronta pra recomeçar

Esta semana retornei com força total à academia. Há mais ou menos um mês, eu tava meio lá meio cá, indo só de vez em quando.

Estou um pouco dolorida por causa da aula de localizada. Mas, é uma dor gratificante.  Na segunda eu corri; na terça fiz localizada; quarta, corrida e pilates; hoje farei localizada e aula de alongamento.

Ontem comecei a aula de corrida timidamente, quando me dei conta já estava correndo a 12,5 km/h. Emocionei-me! Em seguida, para fechar o dia top, fiz pilates.

É incrível como poucos dias já tem um efeito grandioso em nosso ânimo. Estou me sentindo tão, mas tão bem!

Eu iria escrever sobre outra coisa hoje, mas vocês já devem estar cansados de eu falar de relacionamentos, né? 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

É possível uma separação sem sofrimento? Sofrer por quanto tempo?

 Separação é, quase sempre, acompanhada de sofrimento. Dificilmente, seja para quem tomou a iniciativa ou para a “vítima”, as pessoas saem incólumes. Marcas indeléveis são deixadas. Mas, qual o tempo de sofrimento? É possível amenizá-lo?

Há cerca de um mês, terminei um “quase-casamento”. Erámos namorados e morávamos juntos. Infelizmente, não posso dizer que ia tudo bem e que o término foi inesperado. Não foi! Vários sinais desse desfecho foram dados: indisposição, impaciência, intolerância, enfim, vários “ins”. Havia amor, mas não paixão. Até que um dia, motivado por razões desconhecidas ou conhecidas demais, ele resolveu por um fim na nossa história. Chorei!

Foi um choro de desespero. É estranho: eu entendia e, ao mesmo tempo, não entendia a decisão. No fundo, achava que ele estava certo. Não queria assumir isso pra mim mesma, mas ele estava certo. Nós já tínhamos terminado há muito tempo, só faltava nomear a situação. A angústia foi grande demais: eu amava aquele homem, mas ele tinha razão. Havíamos nos perdido no tempo.

Por amar demais, passei uns dez dias tentando um retorno, implorando e me “humilhando”. Até uma noite de amor tentamos nesses dias, por insistência minha. Mas não houve química e nem paixão, apenas uma cena patética de rancor.

Depois da pacificação dos sentimentos, enxerguei o óbvio: era hora de mudar. O sofrimento passou e ficaram os momentos bons que vivemos juntos. Não liguei mais, não insisti em pensamentos obscuros, passei a focar na beleza das possibilidades.

Viver o acaso é lindo. Estou num dos melhores momentos da minha vida, sem grandes expectativas e com coração cheio de amenidades. Tudo isso depois de um mês e meio de “solteirice”.


Posso dizer que meu sofrimento durou 13 dias! Depois disso, o acaso me protegeu!

domingo, 13 de outubro de 2013

Descumprir promessa!

Faz uns dois meses que estou indo esporadicamente à academia. Quero voltar com tudo nesta segunda-feira. A intenção é fazer pelo menos dois tipos de atividades lúdicas, além da musculação.

Tinha prometido um mega post. Mas, estou cansada e não tenho inspiração para escrever hoje.


Posso adiantar o título. “O ex que já não é o ex imediato”!

sábado, 12 de outubro de 2013

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Sou legal, não estou dando mole!


Quando passo pelo corredor, eis que um senhor sai do seu apartamento. A gente faz aqueles cumprimentos padrão e segue pro elevador.

Lá dentro os segundos são horas. Daí eu lhe pergunto: “qual a altura do senhor?”. Ele me respondeu que tinha dois metros.

Diante da resposta, eu, que também sou bem alta, fora dos padrões, digo que tenho quase 1,8 metro. Normal!

A resposta foi perturbadora e muito chata: “você é bem bonita, temos que conversar depois”!


Ah que mania chata essa dos homens de achar que ser simpática é dar mole! Meu Deus, quanta infantilidade!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Resultados


Nesta semana fiz, após quatro meses, outra avaliação física na academia. Os resultados não foram animadores: embaranguei!

Não estou uma baranga total, mas... Eu substituí três quilos de massa magra por gordura.

Mas, nem tudo é ruim. Afinei a cintura, cresci as pernas, bunda e panturrilha. O instrutor disse para eu não me animar, pois foi tudo gordura. Eu disse que não me importava: o crescimento foi no lugar certo.

E os outros resultados?


Ah! Nem sei se a minha paixão foi... Estou muito pensativa esses dias.... 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

O que falar quando alguém pergunta sobre seu ex?

Você está toda pra cima, alto astral total, aí vem uma pessoa e pergunta: “vai casar quando?” Putz, bate a dúvida: responde “não sei” ou “terminamos”? As duas alternativas são punks.

Não sei até que ponto devo informar às pessoas sobre minha vida pessoal. Mas, se responder que está tudo bem, elas nunca saberão que você está na pista pra negócio.

“Como vai fulano?” também não é uma das indagações mais prazerosas. Responde que acha que vai bem, mas que já terminaram?


Não tenho leitores, mas se alguma alma penada puder me ajudar, eu agradeço. Bjocas

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Amar não é pecado



“Amar não é pecado
E se eu tiver errado,
Que se dane o mundo,
Eu só quero você”

Nessas últimas semanas, estou me enganando feio. Estou apaixonada. Não quero estar. Mas estou!

Os dias estão mais lindos. As noites mais amenas. O coração palpitando. Tudo muito mágico.

Entretanto, todavia, porém, tenho medo. Sai recentemente de um relacionamento e entrar em outro de cara é arriscado. O problema maior é que não tem como calcular os riscos. Está sendo na base do “vamos ver no que vai dar”. E pode dar tudo, ao mesmo tempo em que pode não dar nada!

Ele cantou músicas bonitas para mim! Antes do amor, antes do café, na hora em que estava me vestindo. Tudo acompanhado pelo violão. Como ele toca e canta bem!


Ele me acaricia e diz que está “acarinhando” as suas próprias mãos. Muito sensível. Então eu lhe digo: “eu gosto de acarinhar as suas mãos”. 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Relações amorosas e o cabelo da mulher negra

Dia desses, eu li uma matéria sobre o receio das mulheres negras de o homem acariciar os seus cabelos e até mesmo de vê-las depois de uma noite de amor (sexo). Muitas acreditam que ele não gostaria do visual grenho e da textura do cabelo.

É tão complexo isso. A autoestima da mulher negra é, muitas vezes, dilacerada pelo racismo nosso de cada dia. Nem mesmo se entregar de corpo e alma em uma relação é fácil. De alma pode até ser, mas de corpo... Ah o nosso corpo!

Mas voltando ao assunto do cabelo, dia desses fiquei com um carinha (fiquei diversas vezes, na realidade) e ele pegava meus cabelos, puxava (carinhosamente, é claro), deixava ele todo grenho. Ao final, estava toda leaozinha. Achei-me tão, mas tão linda. Assustadoramente linda. Meu cabelo bagunçado, bem bagunçado mesmo, deu-me um charme indescritível.


Tudo isso foi um processo de autoaceitação. Usar o cabelo natural, sem nenhuma química faz parte do meu cotidiano há quase uma década. Nem mesmo escova eu faço!

Então mulheres negras, vamos que vamos!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Quando sol chegar, a gente ama de novo!


Pois é minha gente, a vida está um trem desgovernado. Meu namorado terminou o nosso namoro há cerca de 20 dias. Foi difícil. Isso respingou até na academia.

A gente é assim: depois de um relacionamento se joga demais na academia ou foge. Acredito que fiquei no meio termo.

Estou firme nos meus planos “acadêmicos”, emagreci e o shape está bacana, não ideal, mas bacana.

Vou participar de uma corrida no trabalho. Estou treinando bem, pois quero ser a primeira colocada. Tenho que aparecer... hahahaha

Dia desses, um cara disse que tinha uma “barriguinha” bonita. Não sei se foi um elogio ou uma crítica. Preferi acreditar na primeira opção.  Qualquer dia desses, vou ter a barriguinha sarada que tanto sonho.


A vida de solteira está muito legal. É menos difícil do que imaginava. Estou aberta a conhecer novas pessoas. Pois, como diz a música, “quando sol chegar, a gente ama de novo”.  Meu dia ainda não está totalmente ensolarado, mas já está brilhante!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Aeróbico!

Vamos que vamos. Estou fazendo exercícios físicos aeróbicos como nunca. Na semana passada, foram oito horas!

È tão bom. Fiz bicicleta, elíptico, esteira, escada e etc. Emagreci um pouco, apesar de não ter feito uma dieta especial. Na segunda, foi 1,5 hora; na terça, meia hora; quarta, 2,5 horas; quinta, 1,5 hora e sexta 1 hora. Tudo aeróbico.


Na quinta-feira desta semana (29/08/13) vou mudar meu treino de musculação. Quero fazer alternadamente membros superiores e inferiores. 

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Desviciando do facebook!

Há algum tempo minha compulsão pelo facebook está me angustiando. Toda hora, no trabalho ou em casa, dou uma olhadinha para ver se tenho alguma notificação. É um vício e, como todo vício, já está me fazendo mal.

Nos últimos anos, não me lembro de nenhum dia que não tenha acessado o facebook, com exceção de quando vou para a roça da minha irmã, que não tem sinal de celular e muito menos internet.

Hoje iniciei um processo de desintoxicação. Será um dia por vez: “só por hoje, eu não acessei o facebook”. E assim, aos poucos irei me desapegar.

Confesso que não é uma decisão tão fácil. Tenho vários amigos e parentes dos quais só tenho contato por meio dessa rede social. Mas, todo bônus tem seu ônus.  Aqueles que sentirem necessidade podem me enviar um e-mail, uma mensagem de celular, me ligar, fazer um sinal de fumaça, me visitar, sei lá, qualquer coisa que a gente fazia antes do facebook e do orkut.

Não excluirei a minha conta. Deixá-la-ei intacta. Apenas não mais acessarei freneticamente. Quero usá-la somente no dia primeiro de cada mês. Isso mesmo, um dia por mês.

Sou uma pessoa mais ou menos estudiosa e gosto de trabalhar. Esse vício chato está me atrapalhando. Não que eu não estude ou trabalhe, mas a concentração fica prejudicada. A gente sempre acha que tem uma coisa imperdível no bendito/maldito site. E quase sempre não tem nada de novo: somente as mesmas correntes, frases intelectuais, reclamões, depressivos ou alegres excessivos e etc. As vezes tem umas coisinhas legais, como uma notícia de um amigo que está namorando, uma aprovação em concurso, uma doença superada...


Quero dedicar meu tempo às coisas que realmente importam, às paixões, aos amores, aos sabores da vida... 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Em busca da batida perfeita



Quase um mês sem escrever no meu diário querido. Fiquei uns quinze dias sem malhar. Um pecado mortal.

Sabe, estava meio desanimada nesses últimos dias, uma melancolia sem sentido me abateu. Fiquei um tempão sem ir à academia. Literalmente, jogando dinheiro fora! Mas hoje eu retorno em busca da batida perfeita.

Hoje pretendo fazer a musculação e a natação. Vamos que vamos!

domingo, 16 de junho de 2013

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Mulheres na Polícia Rodoviária Federal


Em qualquer profissão, as mulheres têm que provar sua força e valor, trabalhar muito para não serem tratadas como simples “seres frágeis”.

Durante o CFP (Curso de Formação Profissional), os instrutores têm uma espécie de “síndrome do militar”. Esquecem que a PRF é uma polícia civil, fazendo bizarrices, como, por exemplo, prestar continência, ordem unida e outras “militarices”. O pior é que depois, já no exercício do cargo, não fazemos nada disso.

No curso, as mulheres “sofrem” bastante, piadinhas são de praxe. Musiquinhas machistas na hora da corrida é quase regra. Mas, tirando essas cretinices, é bem legal. O curso é emocionante, a gente se sente meio mulher maravilha, as escolhidas.

Eu não recomendo que queiram ser fortes como os homens, pois não vão te respeitar mais por isso. Sejam vocês mesmas.

Ah! Não se esqueçam de não dar “denisadas”, ou seja, dar uma de bruta na hora de treinar com nos outros e ficar cheia de nhe nhe nhe quando treinarem em vocês (colocar algema, imobilização e etc) .

E quando já estiverem trabalhando nada de fazer cafezinho no posto heim! As proíbo!


Vamos lá mulherada! São mil vagas nesse concurso!

Malhar menstruada

Poxa, esta semana queria ficar top na academia. Infelizmente não deu. Minhas pernas ficaram doendo muito, indisposição total. Malhar menstruada é punk.  Mas, hoje, apesar de não fazer musculação, vou para natação.


Durante o período menstrual, eu fico com muita fome. Pareço uma draga, comendo tudo que vem pela frente! Afs!

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Natação e hidroginástica

Na sexta-feira, fui surpreendida pelo professor. Ele disse que iria mesclar a natação com hidroginástica. Cansa demais!



quinta-feira, 6 de junho de 2013

O que mais adoro em minha academia


Gosto bastante da estrutura da minha academia: professores, instalações físicas, lanchonete, áreas de lazer e descanso e etc. Mas, o supra-sumo mesmo é o banheiro.

É um deleite tomar banho naquele chuveiro quentinho e forte! Muito bom mesmo. Além disso, há ar-condicionado, secador de cabelo, xampu e condicionador Dove, sabonete, presilha de cabelo, balança, saquinho plástico para colocar as roupas molhadas.

Tomar banho depois da natação consegue ser mais prazeroso do que a própria natação. 

Touca de natação de pano ou silicone?



Há mais ou menos dois meses, comecei a fazer natação. Semi-analfabeta nessa questão. E resolvi comprar a touca de silicone, pois o deslize na água é melhor.

Todo o tempo, a bendita toquinha saia da cabeça, tinha que parar no meio da piscina. Insuportável. Ainda mais porque lambreco o cabelo de creme, para minimizar os efeitos do ozônio da água (é utilizado esse produto na piscina da academia ao invés do cloro).

Até que resolvi experimentar a touca de pano. Um caso de amor. A partir de agora, só uso ela. Não saiu nenhuma vez da cabeça.

Algumas pessoas recomendam usar a de pano por baixo da de silicone, mas vou usar só uma mesmo!

quarta-feira, 5 de junho de 2013

Marchinhas de motivação




♫♪
Eu queria estar agora lá na mesa de um barzinho
Tomando uma coca-cola ou um chope geladinho
Mas, como tudo nessa vida é para dar moral a gente
Vou para a academia, pois sou forte e inteligente!
                                                                              ♫♪

♫♪
O corpo que não vibra é um esqueleto que se arrasta!
                                                                                  ♫♪

terça-feira, 4 de junho de 2013

Doação de sangue, uma boa ação!


De uma coisa posso me gabar: eu sou doadora freqüente de sangue. Já são mais de 20 doações. Gosto muito!

Ir ao hemocentro é um das coisas mais maravilhosas. O incômodo na hora é ofuscado pela sensação de bem-estar. É indescritível.

Qualquer dia desses vou fazer uma resenha sobre um louco corregedor da Polícia Rodoviária Federal que comparou o ato de doar sangue com corrupção, tendo em vista que o servidor tem direito a um dia de folga pelo gesto. 

domingo, 2 de junho de 2013

Tia passa-fome

Às vezes penso que todo o meu esforço da semana é jogado por água a baixo no sábado e domingo. Era para estar bem mais definida, mas essa mania me mata.

Ontem, comi pão, sanduíche de ovo frito com bacon, arroz, feijoada, banana, iogurte e etc. Muito né? E hoje: quatro pães franceses, sendo dois com manteiga e dois com queijo e presunto; torta-sorvete e 600 ml de coca-zero.

Até eu mesma me surpreendo por não ser uma balofa. Mas faço pelo menos cinco dias de exercícios aeróbicos por semana e três dias de musculação. Com o meu histórico, se não comesse como uma passa-fome, eu já seria uma panicat.

Ontem, eu e minha família fomos a um cachorro-quente. Todo mundo pediu x-tudo e similares. Eu, para dar uma de light, pedi um mísero cachorro.

Na hora que o pedido chegou, todo mundo com aqueles sanduíches enormes e eu com aquele desencorpado. Mas, minha irmã tinha pedido um pra levar para o marido dela. O sanduba ficou ali na minha frente, pedindo para ser devorado. Eu falei: “pedi outro, vou comer esse”. E comi que cansei.

Na hora de ir embora, o sanduíche para levar estava demorando demais. Meu sobrinho de 6 anos falou: “nós tamo demorando porque a passa-fome ali (apontando para mim) comeu o sanduíche do meu pai”.


Ah mas ser passa-fome é de família. O brutinho de 6 anos comeu tanto que passou mal e botou tudo pra fora. 

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Bitter sweet friday!


Hoje é uma bitter sweet sexta-feira. E teremos treino! Compensar a véspera e o feriado!

Na quarta-feira, treinei pesado e logo em seguida fui comemorar o aniversário de uma amiga. Acho que todo o meu esforço na academia foi por água a baixo: cerveja, bolo, sanduíche e etc.

Mas vamos que vamos. Muitas vezes o treino não emagrece e nem define, mas pelo menos serve para não engordarmos!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Novo treino



Semana passada, mudei minha série na academia, mas comecei a executá-la, de fato, só ontem. Estou moída!

A partir de agora, farei musculação três vezes por semana: segundas, quartas e sextas. Preferi uma bateria de exercícios para trabalhar todos os músculos. Assim, ficarei menos tempo na academia, pois na série anterior eu malhava superiores num dia e inferiores no outro.

Ontem, além da musculação, fiz natação. My God! Não estou me aquentando. Em tese teria que correr hoje, mas no way!

Vou deixar essa semana para adaptação ao novo treino. Na próxima, eu volto a correr nas terças, quintas e sábados.

Ah, também quero engravidar. Por isso, os exercícios de corrida e natação têm que ser mais moderados, para ocorrer a implantação de forma segura.

Caso esse intento aconteça, vou participar do programa gestante da academia: natação, ioga e hidroginástica. 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Como treinar sozinha para o Teste de Aptidão Física da Polícia Rodoviária Federal





Em 2008, quando saiu o concurso da PRF, eu trabalhava oito horas por dia em uma escola pública do DF, era Orientadora Educacional.

Estava meio desanimada com os rumos da minha vida e decidi me dedicar para esse concurso. Matriculei-me em um cursinho noturno. Assim, o meu tempo estava todo preenchido, trabalhava de dia e estudava a noite.

Era uma saga diária: 50 km da minha casa até a escola, mais 25 km da escola até o cursinho e depois mais 35 km para retornar para casa. Ou seja, percorria 110 quilômetros todos os dias. Quando eu chegava, por volta da meia-noite, estudava mais uma hora. E assim, foram os quarenta e cinco dias.

Como eu não dispunha de tempo para treinar para o Teste de Aptidão Física (TAF), resolvi que só iria me preocupar com isso depois da realização da prova. Atenção, depois da prova e não do resultado.

A prova objetiva foi realizada em 14 de setembro de 2008. Eu me saí razoavelmente bem. Nos fóruns da vida, eu sempre ficava bem classificada. Comecei a treinar a partir disso.

Depois do trabalho, todos os dias ia correr na UnB, pois era o melhor lugar, já que dispunha de uma pista de corrida e local para fazer a barra.

Diariamente, eu treinava corrida, pulo e salto. A não ser na barra, não consegui bater todos os índices mínimos de cara. Foi uma crescente. Cada dia melhorava um pouquinho. Não tive ajuda de profissional. Foi eu e eu mesma.

Na corrida, resolvi treinar somente na pista de atletismo, pois era nessas bolinhas de 400 metros que o teste ocorreria. Bolei estratégia: fazer as primeiras voltas num ritmo acelerado e as outras mais tranqüilo. Deu certo, no dia da prova até andei, rsrs.

A barra estática (graças a Deus que não foi dinâmica, pois essa não consigo nem com reza), eu já conseguia o índice máximo, mas mesmo assim treinava um pouco diariamente. Esse exercício era o meu trunfo, pois nele certamente conseguiria a nota máxima o que me permitiria “relaxar” um pouco mais nos outros.

O salto (meu Deus!) era dilacerante. A barriga doía muito, mas muito mesmo. Era dolorido treinar todos os dias, demorei bastante para fazer o mínimo. Mas a vontade era tanta que as dores eram meus troféus.

E assim fiquei treinando esses três exercícios até o dia 22 de outubro, quando saiu o resultado definitivo da prova objetiva e o provisório da redação. Eu tinha ficado no número de vagas! Nem mesmo se todo mundo entrasse com recurso na redação e ganhasse todos os pontos possíveis, eu ficava fora das vagas. Meu Deus! Foi uma alegria imensa. Eu cheguei em casa e comecei a gritar: rá, rá, ru, ru, o Mato Grosso é nosso!
Mas, agora eu tinha um desafio maior: eu não sabia nadar e tinha teste de natação (que não tem mais nos concursos da PRF). Eu tinha 21 dias para aprender, já que o TAF seria no dia 12 de novembro. Matriculei-me num curso de natação.

Agora, nesses 21 dias, eu treinava os quatro exercícios por dia. “Nadava” de manhã, antes do trabalho, e a noite. Além dos outros exercícios à noite.

O professor começou a me ensinar o nado craw, mas eu vi que não daria tempo de aprender. Então foquei em “nadar” os 50 metros exigidos, de qualquer forma. Graças a Deus não era exigido tempo mínimo. Assim, as aulas de natação eram só para ganhar resistência. Fiz o nado “afogadinho”, no qual me afogava um pouquinho e batia as mãos, tirava a cabeça para fora e respirava e voltava a me afogar de novo.

Ah! Uma coisa engraçada: quando comecei a nadar, falei para o professor de Educação Física da escola em que trabalhava e perguntei se dava tempo de aprender. E o quê ele disse? NÃO! Doeu aquele não, mas não me fez desistir.

E assim eu treinei duramente todos esses dias. Fui para Cuiabá, onde foram realizados os testes físico e psicotécnico.

Cheguei um dia antes na cidade, ainda dei uma treinada na UFMT, onde foi realizado o TAF. Até pulei a cerca da piscina para treinar lá também.

No dia, estava bem confiante. Meu então namorado estava comigo me ajudando em tudo.

Primeiro foi a barra fixa, às 9h30 min. Com facilidade tirei a nota máxima.

Depois foi o pulo, em que também tirei a nota máxima.

Em seguida, a corrida. Como já tinha tirado a nota máxima nos outros dois exercícios, poderia fazer o mínimo na corrida. Até andar andei, foi muito tranqüilo. O mais difícil foi o solzão e o calor de Cuiabá, pois a minha hora de correr foi lá pelo meio dia, com sol a pino.

Por último foi a natação, que era somente atravessar a piscina. A examinadora me perguntou se eu queria no raso ou no fundo. Eu preferi o fundo, pois assim eu não correria o risco de colocar o pé no fundo da piscina, o que me eliminaria. Não sei o tempo que levei para fazer os 50 m, mas só sei que passei.

Pronto! A felicidade estava completa. Passei no TAF!

Vi uma moça e um rapaz reprovando na barra. Foi bem triste!

Depois da alegria do TAF, agora era a agonia do psicotécnico. Se houver algum comentário a esse post, me pedindo informações sobre o psicodoido, eu o farei!

Passei exatos três anos na PRF. Foi um aprendizado e tanto!

Resultados


Eita ferro! Este diário de uma magrinha vai virar “anuário de uma magrinha”, pois estou mais sumida que dinheiro na minha carteira.

Passaram-se três meses desde que eu comecei a treinar regularmente. Os resultados foram ótimos. Nesse período ganhei dois quilos de massa magra e perdi cinco de gordura. E o mais legal: minha condição cardiorrespiratória passou de boa para superior, acima de excelente!

Deixei de fazer algumas atividades que me propus no começo. Não faço mais pilates. Minha rotina é a seguinte: musculação e natação nas segundas, quartas e sextas. Nas terças e quintas, faço corrida de rua (na realidade, de parque) e aula de abdominal.

Gente são visíveis os resultados. Estou bem mais bonita e confiante. Está valendo muito a pena!

Ah para meus posts bombarem vou colocar as palavras chaves: PRF, Polícia Rodoviária Federal, Concurso, Teste Físico, TAF, Exercícios Físicos, Barra Dinâmica, Barra Estática, Corrida, Natação, Pulo. E o porquê disto? É que mesmo depois de ficar um tempão sem escrever aqui, aquele meu post sobre quando eu era PRF tem um ótimo acesso! Kkkk

quinta-feira, 7 de março de 2013

PM atira em estudantes da UFMT

A forma como foi feita a repressão da Polícia Militar de Mato Grosso contra manifestação de estudantes da UFMT é, no mínimo, preocupante.


Ver estudantes com hematomas no corpo e ossos quebrados assusta. Em uma das fotografias que circula pela internet, um estudante aparece com mais de 10 marcas que, aparentemente, foram feitas com tiros de borracha. É esse o tratamento dispensado a manifestantes?

Esses estudantes que participaram do ato de protesto reivindicam melhorias na política de assistência estudantil, reivindicam o direito de ter condições dignas para continuar os estudos. Eles vieram de longe, estão distantes de suas famílias, são pessoas em vulnerabilidade social – se assim não o fossem, não estariam nessa situação. Certamente, as famílias deles assistem a esse show de horror com lágrimas nos olhos. E o pior: estão longe e são de baixa-renda, não podem ajudar.

O mais preocupante dessa história é a Polícia Militar tentando justificar o injustificável. Foi um ato de horror. Vídeos mostram policiais sem identificação atirando à queima-roupa, dizendo que vão “dar tiro na cara” de estudante. Será que essa é a Doutrina aprendida na Academia de Polícia? Será que os policiais são treinados para reprimir com violência desmedida uma manifestação pacífica e sem armas?

Prender estudantes sob a acusação de desacato a autoridade é descabido. O que se pode ver nas imagens é, pelo contrário, uma manifestação de abuso de autoridade.

Certamente, nem nos seus piores pesadelos, esses estudantes pensavam que sairiam dessa manifestação presos e com seus corpos marcados pela violência policial. Eles lutam pela manutenção de seus lares, pelo direito de continuar estudando. E que receberam: tiros com balas de borracha!!!!

Segundo normas de direitos humanos (CCEAL – Código de Conduta para os Encarregados da Aplicação da Lei), a força só pode ser empregada quando for estritamente necessária e na medida exigida para o cumprimento do dever. Certamente existiam outros meios. Qualquer leigo sabe que não se deve atirar em pessoas desarmadas, mesmo aquele policial mais despreparado.

Esta ação deve ser investigada, esse suposto abuso de autoridade não pode ficar impune. Se for o caso, o comandante desta ação desastrosa deve responder por seus atos. As vítimas, estudantes desarmados e violentados pela força policial, foram presos e os algozes estão fazendo o quê? Espero que não estejam rindo dos estudantes!

quarta-feira, 6 de março de 2013

Pé na jaca



  
Ontem, enfiei o pé na jaca. Apesar de ler inúmeras recomendações para não fazer refeições “pesadas” antes do treino, resolvi dá uma de joão-sem-braço. Comi dois sanduíches de pão de forma com requeijão. Não deu outra, uma indisposição na hora da corrida!

Não foi nada muito grave, mas meu estômago estava revirando durante a atividade. Sigam as recomendações, só comam duas horas antes do treino.

E, para piorar mais ainda, meu relógio polar estava testando meus nervos! Eu lá nas últimas forças da corrida, no nível R3, e ele só marcava 90 bpm. Não pode ser!

Mas, mesmo assim, resolvi fazer tudo que estava planejado. Ao término da aula de corrida, fiz meia-hora de aula de abdominal. Depois, fiz minha série de musculação.

Quando cheguei a casa, por volta das 9h40, foi um sacode. Tava tão ansiosa, não sei com o quê, que comi meio pacote de pão de forma com requeijão. Acho que foi uns 4 ou 5 sanduíches. Foi a gota. Tenho pão até a tampa ainda!

Vou tentar maneirar o resto desta semana. Pois, não adianta se matar para malhar e depois morrer no pão! 

Vamos que vamos, pois quem perde ganha!

terça-feira, 5 de março de 2013

Mulher-rã




Hoje li uma matéria sobre “mulher-rã”. Achei bem interessante! Sabe aquelas mulheres que têm as coxas saradonas, cinturinha e canela fina? Pois é: elas estão sendo chamadas de rã. Que parece, parece!

Não é bem o meu padrão. Infelizmente, ou felizmente, tenho coxas e canelas finas e cintura nem tanto assim. Queria ser uma mulher-rã! Quem sabe os exercidos de musculação e a suplementação não colaborem para isso.

Dependendo da roupa que uso, fico bem “gostosona”. Mas, em outras, fico parecendo uma limpadora de mangueira, por dentro! Pernona já!

Whey protein e “Lado a Lado”




Alguns dias sem postar aqui, quase uma semana. Mas, não pensem que deixei de ir à academia. Estou indo religiosamente, de segunda a sábado.
Continuo com o pilates nas segundas, quartas e sextas; musculação nas segundas, terças, quintas e sextas; corrida nas terças, quintas e sábados.
Acho que agora já sinto os efeitos da atividade física. Tenho mais disposição ao longo do dia, minha flexibilidade e humor estão melhores. Muito bom!
Nesse sábado foi bem bacana: havia música ao vivo na academia. Show! Era um clima ululante, muito animado mesmo! Dei uma olhadinha nas pessoas fazendo aula de circo, me empolguei. Não digo que farei por agora, mas daqui um tempo eu quero me equilibrar naquelas cordas vermelhas também.
Também comprei mais uma roupinhas de academia, coloridas e divertidas. Acreditem, adquiri também aquele meião que tanto criticava, aquele que vai até o joelho. Ainda não estreei, mas acho que farei isso essa semana.
Ah! Entrei para a era da suplementação. Estou tomando whey protein. Como não como muita proteína ao longo do dia, resolvi usar esse suplemento.
Hoje eu tenho aula de corrida (na academia chamado de running, rsrs) e farei também musculação.
Nesta semana, estou indo mais tarde para a academia, pois adoro a novela das 6h, lado a lado. Torço para que o Zé Maria fique com a Isabel..kkkk....Até dá pra assistir lá, fazendo exercícios, mas prefiro saborear os capítulos em casa.
A quantidade de leitores está aumentando. Bom demais!

Vamos que vamos, pois quem perde ganha!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Academia e felicidade


São tantos corpos bonitos na academia. É homem musculoso e charmoso; magro habilidoso, mulher boazuda, moça mignon, grandinha desengonçada, gordinha feliz... Há espaço para todos. A busca pela felicidade é a chave principal.

Mas, por que felicidade? Todas as atividades humanas buscam o bem-estar, mesmo aquelas que aparentemente sejam destrutivas.

A pessoa que come compulsivamente busca a felicidade na comida. Aquelas que fazem dietas malucas a busca na magreza e etc.

Depois de um tempo, descobrimos que o caminho percorrido não leva à felicidade; que, em algum lugar pegamos um rumo incerto, um atalho enganoso. Alguns entram em labirintos, seja da obesidade, da magreza, seja da vigorexia... Se achar nem sempre é fácil. Outros atalhos atraentes se mostram, caminhos mais curtos se apresentam. Um remédio para emagrecer, um produto para anabolizar e exercícios exagerados para definir parecem esses atalhos para a felicidade.

Para encontrar o caminho certo, muitas vezes precisamos de ajuda. Os médicos, os educadores físicos, os nutricionistas, os psicólogos são guias que podem indicar o caminho certo.

A academia também pode ser um “hospital” para corpo e alma, o reencontro entre os dois. Um lugar, se bem equipado e com bons profissionais, pode ajudar na busca de uma felicidade, aliás, de uma parte da felicidade. 

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Academia e o cansaço!


Há três idas na academia não escrevo aqui. Os dias andam muito corridos. Muitas coisas para fazer.

Na sexta-feira, eu fui à academia. Fiz a musculação antes do pilates. Foi bom, pois este é mais lúdico e “fácil”.

No sábado, corri 20 minutos na esteira e fiz aula de kinesis, uma espécie de musculação mais animada. O professor é 10!

Na segunda-feira, ontem, fiz 4km de esteira, e meu treino de musculação. Foi um dia bem cansativo. Hoje estou em frangalhos, uma estafa corporal grande.

Resolvi que não irei mais fazer aula de dança nas terças e quintas. Esses dias já estavam entulhados.

Não me pesei, vou deixar isso para o dia 18 de março. Mas, já me sinto mais magra. Algumas roupas estão folgadas. É tão bom!

Vamos que vamos, pois quem perde ganha!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Exercícios físicos e a Polícia Rodoviária Federal – PRF




Ah! Esqueci de dizer uma coisa importante. Há uns quatro anos eu era Orientadora Educacional no Governo do Distrito Federal. Até que, numa bela tarde de trabalho, resolvi que não queria mais essa profissão. Resolvi ser policial.

Comecei a me preparar para o concurso de Policial Rodoviário Federal. Foram três meses intensos. Fiz cursinho, estudei em casa, estudei no carro (ouvindo a Constituição). Passei dentro das vagas. Mas, veio o desespero: o concurso tinha teste de aptidão física.

Em mais ou menos um mês comecei uma bateria de exercícios que me deixavam esgotada: tinha que fazer barra estática, pular, correr e nadar. Meu Deus! Em pouco tempo já estava fazendo o mínimo para passar na corrida e na barra estática. Pular demorou um pouquinho mais e foi bem mais dolorido; até no dia da prova não me sentia preparada o suficiente. Já a natação foi um parto. Eu não sabia nada, tive que aprender na marra. A sorte é que na PRF o teste de natação não tem tempo estipulado. Nunca “nadei” tanto em minha vida!

Fiz todos os testes e fui aprovada. Foi uma sensação legal, de dever cumprido.

O curso de formação policial não foi fácil. Eram muitas aulas teóricas e muitos exercícios físicos. Tudo muito difícil. Em algumas coisas, devido minha descoordenação, tinha uma puta dificuldade; por exemplo, fazer polichinelo e cantar ao mesmo tempo.

No meu teste de psicotécnico não deu nenhuma descoordenação. Acho que é falta de treino mesmo e o estilo de vida que levei. Nunca fui de dançar, o quê acho que ajuda nisso.

Durante o curso, perdi peso e ganhei massa muscular. Fique com o “chassi” de grilo...kkk

Passei exatos três anos na Polícia Rodoviária Federal. Foi um aprendizado e tanto. Gostava de ser policial. Mas, resolvi tentar outros ares e cá estou!
Vamos que vamos, pois quem perde ganha!

Academia e vida



Mais um dia de academia. Fiquei tão empolgada, que cheguei ao absurdo de ficar quatro horas na academia, como se não tivesse uma vida mais bonita lá fora...

Fiz aula de spinnig. Já consegui acompanhar o professor, pedalar em pé. Confesso que, em alguns momentos, meu coração ia pular pela boca. Mas, saí da aula com a alma lavada. Foi muito bom. É bem divertida e nada monótona.

Logo depois fui para aula de abdominal. Meu Deus! A visão do inferno. Que aula difícil e dura. Não consegui fazer nem 15% do proposto pela professora. A dor durante os exercícios era insuportável. Deu vontade de parar no meio. Mas, sou brasileira...

Depois foi a aula de dança. Outro suplício. Sou totalmente descoordenada; não consigo mexer as pernas e os braços ao mesmo tempo. Minha mente é meio travada para dança. Mas, mesmo assim fui lá eu. Uma alma caridosa resolveu ficar ao meu lado e me ajudar com os pés. Agradeço a ela. Sinceramente, é muito ruim não conseguir fazer coisas simples, como mexer o pé para um lado e a mão para outro. A aula foi de samba e soltinho.

Em seguida pedi para fazerem um alongamento em mim, pois estava bem cansada. Foi tão bom. O pessoal fez um alongamento padrão. Tira qualquer incômodo. Espanta a dor. Ótimo.

Depois, aff, ainda fui fazer musculação. O treino intervalava exercícios de repetição e aeróbicos. Não tenho familiaridade com os aparelhos. Eles ainda me assustam. Acredita que nem deu tempo de fazer toda a série, pois a academia fecha as 11h?! E olha que cheguei lá às 19h20.

Meu namorado pediu para eu não viciar em academia, pois há uma vida muito bonita fora dela. Eu respondi: “nem tão bonita assim, kkkk”.

Vamos que vamos, pois quem perde ganha!

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Musculação




Mais um dia de academia. A quarta-feira foi bem produtiva. Para começar, estava me sentindo linda e muito bem. Fiz aula de pilates e a série de musculação.

O pilates me surpreendeu positivamente. É leve e forte, exige muito. A música e as posições permitem um relaxamento tão gostoso. Fiquei fascinada, quero continuar sempre. Aquela bolona é tudo de bom; se alongar nela então, nem se fala. Um ambiente escurinho, sem sapatos e música ambiente são ingredientes para um êxtase!

Na musculação, a professora que montou minha série é muito atenciosa e, a primeira vista, competente. Ela me explicou tudinho, como funcionam os aparelhos, a função, o tempo... Até sobre boas maneiras na academia ela falou: aquela do revezamento de aparelhos quando a academia está muito lotada. Fizemos duas séries de treinos, uma para a parte de cima, segunda e terça-feira, e outra para a parte de baixo, quinta e sexta-feira.

Apesar de eu querer fazer musculação todos os dias, ela só me recomendou quatro dias: segunda e terça, quinta e sexta. Ainda me indicou uma outra aula, o kinesis. Então, mudamos a minha grade de treino, que será assim:

Segunda
Terça
Quarta
Quinta
Sexta
Sábado





Running


Kinesis


Kinesis
Pilates
Spinning
Pilates
Spinning
Pilates

Musculação
Abdominal

Abdominal
Musculação


Dança

Dança



Musculação

Musculação




Como podem observar, a teça e quinta serão bem movimentadas, com quatro atividades. Vai ser canseira, mas o resultado valerá a pena. Espero!

Vamos que vamos, pois quem perde ganha!

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Cabelos encaracolados/crespos




Ah! Vou compartilhar uma alegria e um drama com vocês. Tenho lindos cabelos encaracolados. São lindos mesmo, não é estratégia para aumentar a autoestima. Não faço escova, mas nem sempre foi assim.

Você cresce ouvindo e vendo as pessoas dizerem que cabelo liso é mais bonito e fácil de cuidar. E acredita sem pestanejar. E vai indo e indo com cabelo escovado ou amarrado. Passei toda a minha infância e adolescência com cabelos amarrados, escondendo. Quando entrei na faculdade, eles passaram a ficar soltos, mas escovados: um estágio remunerado me permitia isso. E assim foi. Cabelos lisos, elogios. Algumas pessoas até diziam que não parecia que meus cabelos eram crespos.

Até que um dia, resolvi fazer uma coisa super radical. Cortei o cabelo no estilo joãozinho. Tirei dele toda e qualquer química (nunca usei química radical). Foi maravilhoso. Depois de um tempo, passei a usar somente natural. Foi a minha redenção. Nunca tinha percebido o quanto meu cabelo era bonito e elogiado.

Hoje, nunca uso escova. Eles estão no tamanho mediano, um pouco abaixo da linha dos ombros. Recebo muitos elogios. Há aqueles inconvenientes que até perguntam se o cabelo é meu mesmo...rsrsrs....

Vou ver se entre os posts de academia, coloco também alguns sobre cabelos encaracolados. Inicialmente vou dar duas dicas: secador deva sun e creme de cabelo kaedo. São maravilhosos. 

Planilha de treinos

                       

Segunda
Terça
Quarta
Quinta
Sexta
Sábado
8h–10h





Running
19h–20h
Musculação
Spinning
Musculação
Spinning
Musculação

20h–21h
Pilates
Musculação
Pilates
Musculação
Pilates

21h–22h

Dança de salão

Dança de salão