Ah! Esqueci de dizer uma coisa
importante. Há uns quatro anos eu era Orientadora Educacional no Governo do
Distrito Federal. Até que, numa bela tarde de trabalho, resolvi que não queria
mais essa profissão. Resolvi ser policial.
Comecei a me preparar para o
concurso de Policial Rodoviário Federal. Foram três meses intensos. Fiz
cursinho, estudei em casa, estudei no carro (ouvindo a Constituição). Passei
dentro das vagas. Mas, veio o desespero: o concurso tinha teste de aptidão física.
Em mais ou menos um mês comecei
uma bateria de exercícios que me deixavam esgotada: tinha que fazer barra estática,
pular, correr e nadar. Meu Deus! Em pouco tempo já estava fazendo o mínimo para
passar na corrida e na barra estática. Pular demorou um pouquinho mais e foi
bem mais dolorido; até no dia da prova não me sentia preparada o suficiente. Já
a natação foi um parto. Eu não sabia nada, tive que aprender na marra. A sorte é
que na PRF o teste de natação não tem tempo estipulado. Nunca “nadei” tanto em
minha vida!
Fiz todos os testes e fui
aprovada. Foi uma sensação legal, de dever cumprido.
O curso de formação policial não
foi fácil. Eram muitas aulas teóricas e muitos exercícios físicos. Tudo muito
difícil. Em algumas coisas, devido minha descoordenação, tinha uma puta
dificuldade; por exemplo, fazer polichinelo e cantar ao mesmo tempo.
No meu teste de psicotécnico não
deu nenhuma descoordenação. Acho que é falta de treino mesmo e o estilo de vida
que levei. Nunca fui de dançar, o quê acho que ajuda nisso.
Durante o curso, perdi peso e
ganhei massa muscular. Fique com o “chassi” de grilo...kkk
Passei exatos três anos na Polícia
Rodoviária Federal. Foi um aprendizado e tanto. Gostava de ser policial. Mas,
resolvi tentar outros ares e cá estou!
Vamos que vamos, pois quem perde ganha!
gostaria de saber se é preciso saber nadar para o taf
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