sexta-feira, 31 de maio de 2013

Bitter sweet friday!


Hoje é uma bitter sweet sexta-feira. E teremos treino! Compensar a véspera e o feriado!

Na quarta-feira, treinei pesado e logo em seguida fui comemorar o aniversário de uma amiga. Acho que todo o meu esforço na academia foi por água a baixo: cerveja, bolo, sanduíche e etc.

Mas vamos que vamos. Muitas vezes o treino não emagrece e nem define, mas pelo menos serve para não engordarmos!

terça-feira, 28 de maio de 2013

Novo treino



Semana passada, mudei minha série na academia, mas comecei a executá-la, de fato, só ontem. Estou moída!

A partir de agora, farei musculação três vezes por semana: segundas, quartas e sextas. Preferi uma bateria de exercícios para trabalhar todos os músculos. Assim, ficarei menos tempo na academia, pois na série anterior eu malhava superiores num dia e inferiores no outro.

Ontem, além da musculação, fiz natação. My God! Não estou me aquentando. Em tese teria que correr hoje, mas no way!

Vou deixar essa semana para adaptação ao novo treino. Na próxima, eu volto a correr nas terças, quintas e sábados.

Ah, também quero engravidar. Por isso, os exercícios de corrida e natação têm que ser mais moderados, para ocorrer a implantação de forma segura.

Caso esse intento aconteça, vou participar do programa gestante da academia: natação, ioga e hidroginástica. 

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Como treinar sozinha para o Teste de Aptidão Física da Polícia Rodoviária Federal





Em 2008, quando saiu o concurso da PRF, eu trabalhava oito horas por dia em uma escola pública do DF, era Orientadora Educacional.

Estava meio desanimada com os rumos da minha vida e decidi me dedicar para esse concurso. Matriculei-me em um cursinho noturno. Assim, o meu tempo estava todo preenchido, trabalhava de dia e estudava a noite.

Era uma saga diária: 50 km da minha casa até a escola, mais 25 km da escola até o cursinho e depois mais 35 km para retornar para casa. Ou seja, percorria 110 quilômetros todos os dias. Quando eu chegava, por volta da meia-noite, estudava mais uma hora. E assim, foram os quarenta e cinco dias.

Como eu não dispunha de tempo para treinar para o Teste de Aptidão Física (TAF), resolvi que só iria me preocupar com isso depois da realização da prova. Atenção, depois da prova e não do resultado.

A prova objetiva foi realizada em 14 de setembro de 2008. Eu me saí razoavelmente bem. Nos fóruns da vida, eu sempre ficava bem classificada. Comecei a treinar a partir disso.

Depois do trabalho, todos os dias ia correr na UnB, pois era o melhor lugar, já que dispunha de uma pista de corrida e local para fazer a barra.

Diariamente, eu treinava corrida, pulo e salto. A não ser na barra, não consegui bater todos os índices mínimos de cara. Foi uma crescente. Cada dia melhorava um pouquinho. Não tive ajuda de profissional. Foi eu e eu mesma.

Na corrida, resolvi treinar somente na pista de atletismo, pois era nessas bolinhas de 400 metros que o teste ocorreria. Bolei estratégia: fazer as primeiras voltas num ritmo acelerado e as outras mais tranqüilo. Deu certo, no dia da prova até andei, rsrs.

A barra estática (graças a Deus que não foi dinâmica, pois essa não consigo nem com reza), eu já conseguia o índice máximo, mas mesmo assim treinava um pouco diariamente. Esse exercício era o meu trunfo, pois nele certamente conseguiria a nota máxima o que me permitiria “relaxar” um pouco mais nos outros.

O salto (meu Deus!) era dilacerante. A barriga doía muito, mas muito mesmo. Era dolorido treinar todos os dias, demorei bastante para fazer o mínimo. Mas a vontade era tanta que as dores eram meus troféus.

E assim fiquei treinando esses três exercícios até o dia 22 de outubro, quando saiu o resultado definitivo da prova objetiva e o provisório da redação. Eu tinha ficado no número de vagas! Nem mesmo se todo mundo entrasse com recurso na redação e ganhasse todos os pontos possíveis, eu ficava fora das vagas. Meu Deus! Foi uma alegria imensa. Eu cheguei em casa e comecei a gritar: rá, rá, ru, ru, o Mato Grosso é nosso!
Mas, agora eu tinha um desafio maior: eu não sabia nadar e tinha teste de natação (que não tem mais nos concursos da PRF). Eu tinha 21 dias para aprender, já que o TAF seria no dia 12 de novembro. Matriculei-me num curso de natação.

Agora, nesses 21 dias, eu treinava os quatro exercícios por dia. “Nadava” de manhã, antes do trabalho, e a noite. Além dos outros exercícios à noite.

O professor começou a me ensinar o nado craw, mas eu vi que não daria tempo de aprender. Então foquei em “nadar” os 50 metros exigidos, de qualquer forma. Graças a Deus não era exigido tempo mínimo. Assim, as aulas de natação eram só para ganhar resistência. Fiz o nado “afogadinho”, no qual me afogava um pouquinho e batia as mãos, tirava a cabeça para fora e respirava e voltava a me afogar de novo.

Ah! Uma coisa engraçada: quando comecei a nadar, falei para o professor de Educação Física da escola em que trabalhava e perguntei se dava tempo de aprender. E o quê ele disse? NÃO! Doeu aquele não, mas não me fez desistir.

E assim eu treinei duramente todos esses dias. Fui para Cuiabá, onde foram realizados os testes físico e psicotécnico.

Cheguei um dia antes na cidade, ainda dei uma treinada na UFMT, onde foi realizado o TAF. Até pulei a cerca da piscina para treinar lá também.

No dia, estava bem confiante. Meu então namorado estava comigo me ajudando em tudo.

Primeiro foi a barra fixa, às 9h30 min. Com facilidade tirei a nota máxima.

Depois foi o pulo, em que também tirei a nota máxima.

Em seguida, a corrida. Como já tinha tirado a nota máxima nos outros dois exercícios, poderia fazer o mínimo na corrida. Até andar andei, foi muito tranqüilo. O mais difícil foi o solzão e o calor de Cuiabá, pois a minha hora de correr foi lá pelo meio dia, com sol a pino.

Por último foi a natação, que era somente atravessar a piscina. A examinadora me perguntou se eu queria no raso ou no fundo. Eu preferi o fundo, pois assim eu não correria o risco de colocar o pé no fundo da piscina, o que me eliminaria. Não sei o tempo que levei para fazer os 50 m, mas só sei que passei.

Pronto! A felicidade estava completa. Passei no TAF!

Vi uma moça e um rapaz reprovando na barra. Foi bem triste!

Depois da alegria do TAF, agora era a agonia do psicotécnico. Se houver algum comentário a esse post, me pedindo informações sobre o psicodoido, eu o farei!

Passei exatos três anos na PRF. Foi um aprendizado e tanto!

Resultados


Eita ferro! Este diário de uma magrinha vai virar “anuário de uma magrinha”, pois estou mais sumida que dinheiro na minha carteira.

Passaram-se três meses desde que eu comecei a treinar regularmente. Os resultados foram ótimos. Nesse período ganhei dois quilos de massa magra e perdi cinco de gordura. E o mais legal: minha condição cardiorrespiratória passou de boa para superior, acima de excelente!

Deixei de fazer algumas atividades que me propus no começo. Não faço mais pilates. Minha rotina é a seguinte: musculação e natação nas segundas, quartas e sextas. Nas terças e quintas, faço corrida de rua (na realidade, de parque) e aula de abdominal.

Gente são visíveis os resultados. Estou bem mais bonita e confiante. Está valendo muito a pena!

Ah para meus posts bombarem vou colocar as palavras chaves: PRF, Polícia Rodoviária Federal, Concurso, Teste Físico, TAF, Exercícios Físicos, Barra Dinâmica, Barra Estática, Corrida, Natação, Pulo. E o porquê disto? É que mesmo depois de ficar um tempão sem escrever aqui, aquele meu post sobre quando eu era PRF tem um ótimo acesso! Kkkk