sexta-feira, 14 de junho de 2013

Mulheres na Polícia Rodoviária Federal


Em qualquer profissão, as mulheres têm que provar sua força e valor, trabalhar muito para não serem tratadas como simples “seres frágeis”.

Durante o CFP (Curso de Formação Profissional), os instrutores têm uma espécie de “síndrome do militar”. Esquecem que a PRF é uma polícia civil, fazendo bizarrices, como, por exemplo, prestar continência, ordem unida e outras “militarices”. O pior é que depois, já no exercício do cargo, não fazemos nada disso.

No curso, as mulheres “sofrem” bastante, piadinhas são de praxe. Musiquinhas machistas na hora da corrida é quase regra. Mas, tirando essas cretinices, é bem legal. O curso é emocionante, a gente se sente meio mulher maravilha, as escolhidas.

Eu não recomendo que queiram ser fortes como os homens, pois não vão te respeitar mais por isso. Sejam vocês mesmas.

Ah! Não se esqueçam de não dar “denisadas”, ou seja, dar uma de bruta na hora de treinar com nos outros e ficar cheia de nhe nhe nhe quando treinarem em vocês (colocar algema, imobilização e etc) .

E quando já estiverem trabalhando nada de fazer cafezinho no posto heim! As proíbo!


Vamos lá mulherada! São mil vagas nesse concurso!

3 comentários:

  1. Qual o preconceito com o cafezinho ??? As mulheres tem que participar da escala também !!!!

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  2. Poxa, eu faço cafezinho com tanto prazer... nunca me diminuiram por isso, rssss

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  3. Para com essa do cafézinho, po.. No posto eu faço café melhor que as mulheres.. kkkkkkkkkkkkkkkkk.. Uma não bebe café, a outra não bebia café. Mas as duas são boas de serviço pra caramba. Ótimas parceiras.

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