quinta-feira, 31 de outubro de 2013

Uma pessoa que admiro

Sabe essas mulheres que, aparentemente, não se importam com as opiniões maledicentes das pessoas? Tenho uma amiga assim: vive a vida, namora, briga, faz incessantes DRs, separa, namora de novo. Nunca tem medo de tentar.

Vez por outra tento dar conselhos. “Não se envolva com caras mais novos”, “faça menos DRs”, “seja menos exigente com os amigos” e etc. Mas, no fundo, tenho uma enorme admiração por seu coração destemido. Minhas sugestões são na tentativa de vê-la se decepcionar menos. Não tem jeito: as coisas podem até dar errado, mas certamente vai tentar de novo.

Dia desses estávamos conversando sobre os “foras” que levamos nas baladas. Ela não se contenta em ser um pacote na prateleira. Se está afim, chega junto. Muitas vezes dá certo, mas muitas vezes dá errado também. E ela me diz: “se não tentarmos, seremos sempre as escolhidas e jamais sentiremos o prazer de escolher”. E assim vai...


Um dia desses, senti-me muito mal. Por ela ter uma filha de 14 anos, disse-lhe que não era prudente namorar caras mais novos e que esse tipo de relacionamento não fazia bem. Insisti que homens mais novos, principalmente os que conhecemos nas baladas, só querem “pegar” e nada mais. A resposta: “eu vou tentar, independente da idade, se der certo tudo bem, mas se não der, vou sofrer e tudo bem também”. Eu confesso que fiquei com medo de parecer que eu estava tentando minar a sua autoestima. Não! 

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Medalhas

Participei dos jogos internos do local onde trabalho. Fiz a corrida de 5 km. Ganhei duas medalhas: bronze e prata, geral e por faixa-etária. Fiquei muito contente!

E quem engana quem?

"No princípio era um verbo.
E havia as intenções.
E, por mais que tentássemos,
As intenções não eram corretamente interpretadas.

Aí desistimos do mundo não palpável
E resolvemos ir para o pragmático.
E assim surgimos do azul.
E do azul o sorriso.
E se tudo surgiu de um beijo?
E se todo o desenho, o nascer do sol e os sabores...
Surgiram assim da chuva?

Talvez nada surja de nada.
E no fim, surja apenas um...
Aquele que enganou a si."


(A.L.M)

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

ON THE ROCKS

Ontem fiz ginástica localizada. Nossa! Aumentei a minha carga, foi difícil e penoso. Acho que valeu muito a pena.

Quando ainda estava na academia, uma amiga me manda uma mensagem chamando para ir ao SchloB. A Banda On The Rocks é magnífica. A vocalista é fora de série!!!!!!

Confesso que hoje não estou muito bem. Como fui direto, sem descansar depois da academia, e ainda dormi pouco, estou esgotada. Mas foi top total ontem! Trabalho, academia e diversão!

E pra hoje ainda temos comemoração de niver...

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

Ah coração se apronta pra recomeçar

Esta semana retornei com força total à academia. Há mais ou menos um mês, eu tava meio lá meio cá, indo só de vez em quando.

Estou um pouco dolorida por causa da aula de localizada. Mas, é uma dor gratificante.  Na segunda eu corri; na terça fiz localizada; quarta, corrida e pilates; hoje farei localizada e aula de alongamento.

Ontem comecei a aula de corrida timidamente, quando me dei conta já estava correndo a 12,5 km/h. Emocionei-me! Em seguida, para fechar o dia top, fiz pilates.

É incrível como poucos dias já tem um efeito grandioso em nosso ânimo. Estou me sentindo tão, mas tão bem!

Eu iria escrever sobre outra coisa hoje, mas vocês já devem estar cansados de eu falar de relacionamentos, né? 

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

É possível uma separação sem sofrimento? Sofrer por quanto tempo?

 Separação é, quase sempre, acompanhada de sofrimento. Dificilmente, seja para quem tomou a iniciativa ou para a “vítima”, as pessoas saem incólumes. Marcas indeléveis são deixadas. Mas, qual o tempo de sofrimento? É possível amenizá-lo?

Há cerca de um mês, terminei um “quase-casamento”. Erámos namorados e morávamos juntos. Infelizmente, não posso dizer que ia tudo bem e que o término foi inesperado. Não foi! Vários sinais desse desfecho foram dados: indisposição, impaciência, intolerância, enfim, vários “ins”. Havia amor, mas não paixão. Até que um dia, motivado por razões desconhecidas ou conhecidas demais, ele resolveu por um fim na nossa história. Chorei!

Foi um choro de desespero. É estranho: eu entendia e, ao mesmo tempo, não entendia a decisão. No fundo, achava que ele estava certo. Não queria assumir isso pra mim mesma, mas ele estava certo. Nós já tínhamos terminado há muito tempo, só faltava nomear a situação. A angústia foi grande demais: eu amava aquele homem, mas ele tinha razão. Havíamos nos perdido no tempo.

Por amar demais, passei uns dez dias tentando um retorno, implorando e me “humilhando”. Até uma noite de amor tentamos nesses dias, por insistência minha. Mas não houve química e nem paixão, apenas uma cena patética de rancor.

Depois da pacificação dos sentimentos, enxerguei o óbvio: era hora de mudar. O sofrimento passou e ficaram os momentos bons que vivemos juntos. Não liguei mais, não insisti em pensamentos obscuros, passei a focar na beleza das possibilidades.

Viver o acaso é lindo. Estou num dos melhores momentos da minha vida, sem grandes expectativas e com coração cheio de amenidades. Tudo isso depois de um mês e meio de “solteirice”.


Posso dizer que meu sofrimento durou 13 dias! Depois disso, o acaso me protegeu!

domingo, 13 de outubro de 2013

Descumprir promessa!

Faz uns dois meses que estou indo esporadicamente à academia. Quero voltar com tudo nesta segunda-feira. A intenção é fazer pelo menos dois tipos de atividades lúdicas, além da musculação.

Tinha prometido um mega post. Mas, estou cansada e não tenho inspiração para escrever hoje.


Posso adiantar o título. “O ex que já não é o ex imediato”!

sábado, 12 de outubro de 2013

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Sou legal, não estou dando mole!


Quando passo pelo corredor, eis que um senhor sai do seu apartamento. A gente faz aqueles cumprimentos padrão e segue pro elevador.

Lá dentro os segundos são horas. Daí eu lhe pergunto: “qual a altura do senhor?”. Ele me respondeu que tinha dois metros.

Diante da resposta, eu, que também sou bem alta, fora dos padrões, digo que tenho quase 1,8 metro. Normal!

A resposta foi perturbadora e muito chata: “você é bem bonita, temos que conversar depois”!


Ah que mania chata essa dos homens de achar que ser simpática é dar mole! Meu Deus, quanta infantilidade!

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Resultados


Nesta semana fiz, após quatro meses, outra avaliação física na academia. Os resultados não foram animadores: embaranguei!

Não estou uma baranga total, mas... Eu substituí três quilos de massa magra por gordura.

Mas, nem tudo é ruim. Afinei a cintura, cresci as pernas, bunda e panturrilha. O instrutor disse para eu não me animar, pois foi tudo gordura. Eu disse que não me importava: o crescimento foi no lugar certo.

E os outros resultados?


Ah! Nem sei se a minha paixão foi... Estou muito pensativa esses dias.... 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

O que falar quando alguém pergunta sobre seu ex?

Você está toda pra cima, alto astral total, aí vem uma pessoa e pergunta: “vai casar quando?” Putz, bate a dúvida: responde “não sei” ou “terminamos”? As duas alternativas são punks.

Não sei até que ponto devo informar às pessoas sobre minha vida pessoal. Mas, se responder que está tudo bem, elas nunca saberão que você está na pista pra negócio.

“Como vai fulano?” também não é uma das indagações mais prazerosas. Responde que acha que vai bem, mas que já terminaram?


Não tenho leitores, mas se alguma alma penada puder me ajudar, eu agradeço. Bjocas