sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Kangoo jump e zumba

Estava disposta a correr e fazer kangoo jump. Só fiz a corrida. Vinte minutos. As pernas não aguentaram o planejado. Doíam, estavam pesadas. Só pulei um pouquinho igual canguru.

Quando saí no meio da aula, a professora me disse para não desistir, pois iria melhorar minha coordenação motora. Ela percebeu o quanto sou desengonçada.

Eu concordei e ainda disse que, além do kangoo, estava fazendo zumba, também excelente para melhorar minha noção espacial, coordenação e consciência corporal. 

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Brilho diferente

Como já havia adiantado, passei o feriadão da Proclamação da República em um sítio no interior de Goiás. Muito bom!

Fomos eu, minha mãe, minha irmã e seus dois filhos (um na realidade é nosso primo) e seu esposo.

Antes de chegar ao destino, na cidade, nos juntamos a minha tia, um de seus filhos, três netos pequenos (nove, sete e dois anos), uma agregadinha (vizinha dela de seis anos) e os sogros dela.

Então, ao todo, foram quatorze pessoas: cinco crianças, um adolescente, dois idosos e seis adultos.

Levamos tanta comida, dava para alimentar um batalhão. Lá tudo foi feito em um fogão a lenha. A casa tinha energia elétrica.  Esse era o único luxo da modernidade. Nem pensar em  televisão, Internet e computador. 

O sítio fica na região do Rio São Marcos, no município de Cristalina-GO. Boa parte do lugar foi alagada em virtude da construção da Usina do Facão.  Os rios e nascentes virarão uma imensidão de água. É “interessante” ver árvores grandes e antigas encobertas. Olhando pela janela da casa, dá pra ver o aguaréu. Achei bonito (não falarei aqui sobre os impactos ambientais). Vi o antes e o depois. Minha irmã e seu marido foram indenizados por ter uma parte de suas terras alagadas.

Para chegar foram 186 km, sendo 35 de estrada de chão.

Pescar e banhar no rio foram as principais atividades. As crianças tavam que não se aguentavam de tanta felicidade. Toda hora queriam tomar banho! “Tia, me leva lá?!” O lugar é perigoso, muito fundo, mas dá pra ficar na beiradinha, com os olhos bem abertos e fixados nos baixinhos (que na realidade são altinhos).

Já a maioria dos adultos queria mesmo é pescar. Confesso que eles não pegaram muita coisa não. Mas nos três dias estavam lá, com suas histórias de pescadores.  

Eu não pesquei, mas um dia fiquei vendo minha mãe fazê-lo. Fui diversas vezes no rio e também li dois livros lá. Certamente se tivesse internet, não teria feito a proeza de ler dois em dois dias.

Levei meu tênis, para caso tivesse uma inspiração divina, fazer alguma atividade física. As únicas que fiz foram a “natação” e a começão.

A noite da roça é linda. A lua e as estrelas ficam com um brilho diferente, sem as luzes da cidade. Mas o bicho pega também. Os mosquitos eram um perrengue. Eu bem que podia ter levado meu ventilador.  

Dormir em colchão no chão eu gosto muito. Dá a real sensação de casa cheia, de gente e de alegria.

Esses dois dias e meio foram mágicos. Gostei demais. 

domingo, 17 de novembro de 2013

Temas para o resto do mês

Viajei para o interior de goiás. Alguns temas surgiram:
  • Como as crianças se divertem com facilidade;
  • Pais e a autoestima das crianças;
  • "Eu nunca fui jovem, já nasci velha";
  • Saudade;
  • Banheiro de luxo;
  • Leitura. 
Ah! Uma das coisas mais importantes do feriadão foi a passagem de um livro, que me tocou profundamente:

"Você anda pela rua, ou está numa festa,
Ou então está sozinho e se dá conta
De que olha nos olhos de alguém, e então percebe
Que isso pode ser o começo de algo importante". 


quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Coisas simples

 A simplicidade é prazerosa. Ontem foi um dia excelente. Acordei radiante, na casa da minha mãe. Comprei pão, arrumei a casa, deixando-a muito cheirosinha.

Os afazeres domésticos não foram cansativos, muito pelo contrário: deu-me ânimo. Ao terminar, era lindo ver tudo limpinho e organizado. Fiquei orgulhosa de mim.

À noite, minha irmã perguntou se podia dar uma carona para ela, até a faculdade. Eu lhe disse que carona é quando a gente vai pro mesmo lugar, eu a levaria. Outra coisa boa: lá fomos eu, o filhotinho dela e meu primo.

Quando voltei, jantei uma comidinha simples e justa. A minha mãe já estava esperando. Eu estava ansiosa para ver a sua reação frente à faxina que dei. Ela ficou muito contente.

Tomei banho, sequei-me com uma toalha gostosa, limpinha e sequinha, e vesti uma roupa com as mesmas qualidades. Um deleite.  

Ontem meus gatilhos de felicidade eterna foram: pão com café, convívio com os meus, faxina, andar de carro pela cidade, jantar gostosinho, banho e roupa limpa.

Esses dias de folga estão sendo maravilhosos! 

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Carência

Assumo! Sou carente. Isso me traz pensamentos insanos... Conhecer uma pessoa há pouco tempo e já se apaixonar não é normal.

Quanto tempo se leva para conhecer alguém realmente? Certamente não são/é três, dois ou um mês. Uma vida pode não ser suficiente.

Eu tenho sido vítima desse mal ultimamente, deixando-me assustadoramente disponível. O pior é que o carente se sente um presente para outro, mas é apenas um.

Já disse inúmeras vezes aqui que faz pouco tempo que terminei um relacionamento sério. Agora, entrei na busca frenética pela “alma gêmea”.  

A carência nos deixa muito Poliana. Um otimismo exacerbado! Mensagens ou whatsapp são gatilhos para felicidade eterna.  

domingo, 10 de novembro de 2013

Semana livre

Esta semana será de folga da academia, pois estou na casa da mamãe. Espero correr todos os dias, a partir de amanhã, na companhia do meu querido primo, que, aliás, é um corredor e tanto.